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terça-feira, 27 outubro 2020
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Pessoas que ajudam o próximo lidam melhor com a crise

Ciência tem mostrado que ter um propósito e dar apoio a outras pessoas têm um impacto significativo em nosso bem-estar

Classe Jônatas: Lição 4 - Pratique a bondade
Foto: Divulgação

Um artigo do jornal americano ‘New York Times‘ publicado recentemente falou sobre a importância de ajudar o próximo em tempos de crise. Na verdade, as pessoas que ajudam seus semelhantes são as que melhor lidam com a crise. Essas informações estão calçadas na ciência que tem mostrado que, ter um propósito e dar apoio a outras pessoas têm um impacto significativo em nosso bem-estar.

“Há muita evidência de que uma das melhores medicações anti-ansiedade é a generosidade”, afirma Adam Grant, um psicólogo organizacional em Wharton e autor do livro ‘Dar ou receber: uma abordagem revolucionária para o sucesso’ (em tradução livre), ao jornal. “A grande coisa sobre estar disponível para as outras pessoas é que não custa muito, às vezes não custa nada, e acaba sendo benéfico para quem está se doando.”

Ajudar o próximo pode trazer benefícios para nosso corpo e mente de várias maneiras. Lembra o jornal, inclusive, que alguns estudos mostram que ser voluntário, doar dinheiro ou até mesmo pensar em doar dinheiro podem liberar substâncias químicas cerebrais positivas e ativar partes do cérebro que são estimuladas com prazeres como comida e sexo. 

O dr. Grant lembra que somos melhores em aconselhar aos outros mais do que a nós mesmos. “Uma das melhores coisas que você pode fazer é ligar para outra pessoa enfrentando um problema parecido e guiá-la”, afirma. “Quando você guia as pessoas com seus problemas, você acaba identificando perspectivas mais sábias e soluções para você mesmo.”

A professora adjunta de trabalho social na Universidade Rutgers, Emily A. Greenfield, observa que se importar com os outros nos ajuda a regular nossas próprias emoções e adquirir um maior senso de controle. “Quando lembramos um amigo que as medidas de isolamento social são temporárias, e que isso também deve passar, também estamos, por consequência, lembrando a nós mesmos e servindo como um controle para nossas emoções”, afirma.

Para ler a matéria completa (em inglês) clique aqui.

Colaborou com a reportagem – Thaís Sena

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